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Após anos e anos de convivência diária com os sucessos e os "fracassos" relacionados à alimentação de pacientes, a nutricionista Eliane Bassoul, preocupada com os rumos das atuais orientações nutricionais - sobretudo com as dietas "milagrosas" -, concluiu que havia chegado o momento de relatar sua experiência. Em paz com a mesa traz muitas histórias que a autora ouviu e cujo desfecho acompanhou ao longo de quase 30 anos de atividades na área de Nutrição. Narradas com leveza e graça, essas histórias mostram que a solução de nossos "problemas" com alimentação e peso pode vir com o tempo, sem pressa, sem ansiedade, sem colocar a saúde em risco. E sem retrocesso! Ao final da leitura - histórias, depoimentos e muitas dicas - você, enfim, vai descobrir que é possível COMER EM PAZ.
Em 32 textos a autora fala dos mais variados temas; todos relacionados ao nosso cotidiano alimentar: diet ou light?, adoçantes, nutrientes, fibras, água, chocolate, colesterol, IMC, anorexia, obesidade, os "beliscos", férias, supermercados e restaurantes etc, etc.
Todos os 32 textos são baseados em depoimentos dos pacientes.
ELIANE BASSOUL é carioca, formada em Nutrição pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ, em 1975. De 1976 a 2003 trabalhou no Hospital de Ipanema/RJ. A essa experiência somou-se a atividade docente, sempre na área de Nutrição Clínica. Em 1980 iniciou o atendimento em consultório que mantém até hoje. Com o objetivo de ampliar sua área de atuação profissional, fez pós-graduação em Psicologia Analítica e atualmente dedica-se também à formação em Terapia Sistêmica de Família.
"... comer tem se tornado uma coisa bastante complicada. (...) Comer se transformou em contabilidade calórica. pouco interessa se é gostoso, se é saudável; o importante é saber quantas calorias tem! Então resolvi falar sobre isso, numa tentativa de descomplicar um pouco". (...) mostrar que comer pode ser bom, muito bom. Que pode ser saudável, sem ser torturante. Que é possível manter um bom peso e cuidar da saúde sem andar com uma calculadora sempre à mão." (p. 12)
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